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Programas contribuem com a certificação florestal de empresas na Amazônia.

Entre outras vantagens, as ferramentas ajudam as empresas a se ajustarem aos padrões estabelecidos pelo Conselho Brasileiro de Manejo Florestal (FSC-Brasil).

Um dos objetivos do Projeto é capacitar os atores envolvidos com as atividades florestais na Amazônia. E as ferramentas desenvolvidas visam facilitar essa capacitação. Um ator muito importante nesse processo é o governo e, por esse motivo, o PBM procura ajudar a melhorar a auditoria dos planos de manejo florestal, assim como contribuir para o aprimoramento da legislação florestal brasileira”, afirma Natalino Silva, coordenador do Bom Manejo.

A finalidade das ferramentas silviculturais é melhorar a eficiência econômica das operações no campo e reduzir os impactos ambientais negativos. Já as gerenciais procuram auxiliar o planejamento econômico, o controle e a execução dessas operações, facilitando a elaboração de análises e de relatórios integrados.

Segundo João Olegário de Carvalho, coordenador adjunto do PBM, as ferramentas silviculturais estão ligadas à função ambiental e têm o objetivo de definir as diretrizes a serem utilizadas pelas empresas madeireiras. Elas acompanham todo o processo operacional na floresta, do planejamento até a pós-colheita. “As gerenciais fornecem às empresas condições de fazerem o planejamento e o controle organizacional, envolvendo as etapas de quantificação da matéria-prima, controle da produção e da industrialização”, completa.   

MEOF – Como o nome indica, o programa de Monitoramento Econômico de Operações Florestais (MEOF) permite que as empresas possam acompanhar e, assim, avaliar a produtividade e os custos de suas atividades.

O aplicativo funciona através da coleta diária de informações no campo e no escritório e gera resultados precisos sobre o desempenho produtivo e financeiro das variadas equipes e máquinas envolvidas no processo de manejo florestal.
Entender essas informações faz com que as empresas busquem constantemente técnicas que aumentem a eficiência de suas operações, com efeitos ambientais e sociais positivos.

MFT – Monitoramento de Florestas Tropicais (MFT) é o nome da ferramenta voltada ao processamento e análise de dados de inventários temporários e contínuos realizados em florestas tropicais. É um programa bastante configurável e flexível, que trata as informações das áreas monitoradas, permitindo a geração de relatórios completos (com estatísticas, gráficos e análises) sobre situação estática e dinâmica das florestas monitoradas.

Smalian – Normas estabelecidas pelo Ibama requerem que as empresas florestais estabelecidas na Amazônia desenvolvam equações específicas para suas áreas de manejo. Auxiliar o desenvolvimento dessas equações de volume é o principal objetivo do programa Smalian. Entre diversos benefícios, o programa calcula os volumes das árvores com ou sem casca e ainda determina os seus fatores de forma. Os resultados gerados são agrupados por espécie, permitindo que o usuário controle os dados coletados das espécies de interesse encontradas na área de manejo florestal.

O programa também exporta os dados a qualquer programa estatístico que realize análise de regressão para desenvolver as equações de volume.

Serviço: As ferramentas do Projeto Bom Manejo estão disponíveis no site www.cpatu.embrapa.br/BomManejo. Elas serão apresentadas ao público no estande 41 A, do Instituto Floresta Tropical.

A “II Feira Brasil Certificado” é aberta ao público e acontecerá no Centro de Convenções Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569 – São Paulo).